Os professores da rede municipal de ensino do Recife foram até o Ginásio Geraldão, local onde ocorreu o evento com o presidente Lula (PT), nesta quarta-feira, para fazer um protesto em favor do piso Nacional da Educação.
Com batucada, palavras de ordem e uma faixa promovida pelo Simpere, os profissionais cobraram do prefeito João Campos (PSB). Mesmo com a atual gestão do Sindicato dos Profissionais da Educação do Recife ligado ao PT e à CUT, o protesto foi mantido. João Campos, além de ter uma aliança nacional com Lula, por intermédio de seu Partido, o PSB, acaba de entregar duas secretarias ao PT.
O presidente e o vice-presidente do Sindicato dos Metroviários de Pernambuco (Sindmetro-PE), Luiz Soares e Valmir Assis, também foram ao Geraldão para entregar um documento oficial solicitando ao presidente da República que interrompa o processo de privatização do Metrô do Recife.
Outra categoria a participar de protestos foi a dos enfermeiros. Eles ficaram nas galerias do ginásio, reclamando do piso salarial da categoria. Com gritos de “Ô Lula, cadê você? A enfermagem precisa de você”, auxiliares e técnicos da enfermagem se concentraram antes, em frente ao Geraldão, com cartazes pedindo para que o presidente Lula assine a MP para assegurar pagamento do piso da enfermagem.
Como se ver, a visita presidencial não foi só de bônus, foi de protestos e cobranças também. Isso sem contar nas estrondosas vaias que levaram a governadora Raquel Lyra e o prefeito do Recife, João Campos
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